Caro leitor, cara leitora. Peço licença e tomo a liberdade de abrir esta sessão intitulada "Artigos, Idéias e Reflexões" do site do GTEST Formativo. Espero que não encare esta atitude como um ato de prepotência, mas apenas de iniciativa, mais guiada pela ansiedade de ver algo escrito neste espaço do que por confiar na qualidade de minha escrita.
Sendo este espaço voltado para fomentar o interesse de nossos colegas de carreira em buscar formação continuada, imaginei que seria natural abordar um tipo de relacionamento que nos circunda constantemente em nosso ambiente de trabalho: a relação entre aqueles que ensinam e aqueles que aprendem. Percebam que não rotulei os elementos como "professores" e "alunos", pois não são somente professores que ensinam e nem só alunos que aprendem. Aliás, passamos mais tempo aprendendo e ensinando fora das salas de aula do que dentro. Mas, para o alívio de alguns e a decepção de outros, o foco deste texto seguirá uma outra vertente. Pretendo (pois não estou certo de que atingirei meu objetivo) escrever sobre potência.
Potência, segundo um professor com quem conversei, é "a capacidade de realizar trabalho". Logo, cada indivíduo, independentemente de suas limitações, sejam elas quais forem, têm potencial para fazer algo, desde um simples piscar de olhos até a resolução de um teorema matemático. E é exatamente neste ponto que eu quero me ater: o que fazemos ou deixamos outros fazerem com a nossa potência? Quem está nos orientando a aplicar nossas capacidades? Para qual finalidade?
Às vezes, olho para trás, me decepciono e lamento pelo tempo perdido. Deixei que utilizassem várias qualidades (e até mesmo defeitos) para objetivos que em nada contribuíram para o meu crescimento pessoal, profissional e espiritual. A pior constatação é quando percebo que tenho grande parcela de responsabilidade nisso e que, por falta de coragem, não retomei o controle de meus próprios "bens".
Alguns podem atribuir o despedício de potência ao momento, à circunstância, à ocasião... Outros, ao próprio processo natural da vida, de construção e reconstrução constante. Aqueles mais paranóicos podem dizer que o poder de sedução e controle de certas pessoas é tão poderoso que é capaz de "cegar" aqueles que estão sob sua tutela ou zona de influência, tornando-os vítimas fáceis de manipulação.
Sendo este espaço voltado para fomentar o interesse de nossos colegas de carreira em buscar formação continuada, imaginei que seria natural abordar um tipo de relacionamento que nos circunda constantemente em nosso ambiente de trabalho: a relação entre aqueles que ensinam e aqueles que aprendem. Percebam que não rotulei os elementos como "professores" e "alunos", pois não são somente professores que ensinam e nem só alunos que aprendem. Aliás, passamos mais tempo aprendendo e ensinando fora das salas de aula do que dentro. Mas, para o alívio de alguns e a decepção de outros, o foco deste texto seguirá uma outra vertente. Pretendo (pois não estou certo de que atingirei meu objetivo) escrever sobre potência.
Potência, segundo um professor com quem conversei, é "a capacidade de realizar trabalho". Logo, cada indivíduo, independentemente de suas limitações, sejam elas quais forem, têm potencial para fazer algo, desde um simples piscar de olhos até a resolução de um teorema matemático. E é exatamente neste ponto que eu quero me ater: o que fazemos ou deixamos outros fazerem com a nossa potência? Quem está nos orientando a aplicar nossas capacidades? Para qual finalidade?
Às vezes, olho para trás, me decepciono e lamento pelo tempo perdido. Deixei que utilizassem várias qualidades (e até mesmo defeitos) para objetivos que em nada contribuíram para o meu crescimento pessoal, profissional e espiritual. A pior constatação é quando percebo que tenho grande parcela de responsabilidade nisso e que, por falta de coragem, não retomei o controle de meus próprios "bens".
Alguns podem atribuir o despedício de potência ao momento, à circunstância, à ocasião... Outros, ao próprio processo natural da vida, de construção e reconstrução constante. Aqueles mais paranóicos podem dizer que o poder de sedução e controle de certas pessoas é tão poderoso que é capaz de "cegar" aqueles que estão sob sua tutela ou zona de influência, tornando-os vítimas fáceis de manipulação.
A questão que me faço e repasso a(o) leitor(a) é: se você fizer um exercício de futurologia sobre o uso de seu potencial hoje, o que enxergará? Quem o(a) está conduzindo? Quem você está permitindo o(a) conduzir? Desconfie da filosofia do sambista e pense um pouco mais sobre "deixar a vida te levar", pois você pode vir a se arrepender do destino e o caminho não ter mais volta...
*As opiniões expressas nesta seção são de inteira responsabilidade do autor.
** Publicado originalmente no site GTEST Formativo em 26/08/2009.



3 comentários:
Gostei do texto...valeu David
Schinaaaider!
Obrigado, Maurício! Enquanto me derem espaço, eu continuo escrevendo! Se quiser postar um texto, é só mandar para mim que eu publico, seja para o site ou para o blog!
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